Ni no Kuni II: Revenant Kingdom é um RPG de ação para um jogador ambientado em um mundo de fantasia vibrante. O jogador acompanha a trajetória de um jovem governante que precisa fundar uma nova nação enquanto enfrenta ameaças de reinos rivais e forças sombrias. A experiência combina exploração focada em personagens com combates em tempo real e sistemas de gerenciamento que estimulam o avanço constante por meio de missões principais e atividades secundárias.
Gameplay
O ciclo principal gira em torno da exploração em terceira pessoa por um mundo aberto exibido em estilo diorama no mapa-múndi. Os personagens transitam entre cidades, vilarejos e masmorras enquanto cumprem missões lineares que fazem a história avançar. O modo livre permite descobrir áreas ocultas e enfrentar inimigos que iniciam batalhas em campo aberto.
O combate acontece em tempo real com um grupo de três personagens. O jogador controla diretamente um aliado por vez, enquanto os outros agem de forma autônoma. Os ataques misturam golpes corpo a corpo e habilidades mágicas, apoiados pelos Higgledies, pequenas criaturas elementais que concedem feitiços e bônus em combate. É possível ter até quatro Higgledies ao mesmo tempo, cada um associado a um dos seis elementos e com efeitos próprios.
O gerenciamento do reino adiciona profundidade com a construção e o preenchimento de instalações na cidade de Evermore. O jogador designa cidadãos para funções que geram recursos e liberam lojas de equipamentos. Esse sistema está ligado a exigências da história, como alcançar determinados níveis de desenvolvimento para progredir em algumas missões.
Modos de Jogo
O jogo organiza seu conteúdo em sistemas integrados, sem modos selecionáveis separados. O avanço da história depende da conclusão de missões que misturam exploração, diálogos e combates. As escaramuças funcionam como batalhas táticas em que o jogador dá ordens para defender ou expandir território contra forças inimigas.
A construção do reino funciona como uma camada contínua de gerenciamento. Ela envolve organizar a força de trabalho, melhorar estruturas e equilibrar a produção de recursos para atender tanto aos objetivos de gameplay quanto à narrativa. Esses elementos se interligam, e os resultados das escaramuças e o desenvolvimento das instalações influenciam o acesso a novas áreas e melhorias.
A exploração e as missões secundárias oferecem estrutura adicional, incentivando o retorno a locais para encontrar segredos e objetivos opcionais. O foco em um único jogador mantém todas as atividades centradas no ritmo individual, sem elementos competitivos ou cooperativos.
Exploração e Design do Mundo
O mapa-múndi facilita o deslocamento entre reinos distintos, cada um com temas e habitantes próprios. O jogador guia personagens em estilo chibi por ambientes variados que recompensam a busca minuciosa com itens e encontros. Masmorras e cidades apresentam desafios mais contidos, contrastando com a exploração livre do mundo aberto.
As missões costumam exigir interação com vários locais, promovendo visitas repetidas à medida que o reino se desenvolve. Esse design cria um ritmo constante de viagens, combates e gerenciamento sem sobrecarregar o jogador com sistemas desconexos.
Vale a Pena Jogar?
O título atrai fãs de RPGs de ação que gostam de misturar combates em tempo real, estratégia leve por meio das escaramuças e gerenciamento de reino. A recepção tem sido geralmente positiva, com notas de crítica na casa dos 80 pontos em sites agregadores e avaliações de usuários no Steam classificadas como Muito Positivas, baseadas em milhares de votos.
Sua campanha single-player oferece uma experiência completa centrada na progressão de personagens e na interação com o mundo. Jogadores que buscam combates diretos combinados com mecânicas de construção encontram engajamento constante, enquanto quem prefere ação puramente linear pode valorizar a profundidade opcional dos recursos de gerenciamento. O jogo continua disponível no PC sem necessidade de conteúdo sazonal para a campanha principal.