Never Grave: The Witch and The Curse é um Metroidvania roguelite de ação em 2D que une exploração a elementos procedurais e mecânicas únicas de possessão. Lançado no início de 2026, esse indie leva os jogadores a um mundo onde um chapéu amaldiçoado concede habilidades extraordinárias, permitindo controlar inimigos e obter vantagens estratégicas em combate. Com animações desenhadas à mão e cenários no estilo de livros ilustrados, o jogo oferece uma experiência visual cativante, desafiando com masmorras mutáveis e confrontos contra chefes.
Jogabilidade
No coração da jogabilidade está a navegação por masmorras geradas proceduralmente, repletas de ruínas, jardins botânicos e terrenos variados que mudam a cada partida. Você controla uma bruxa que usa magia para enfrentar inimigos, decifrar padrões de ataque e explorar o ambiente em busca de vitórias. O sistema de possessão permite dominar adversários com o chapéu amaldiçoado, liberando suas habilidades exclusivas para resolver quebra-cabeças, abrir caminhos e virar o jogo em batalhas.
Além do combate, reconstruir uma vila em ruínas cria um ciclo essencial. Colete materiais nas masmorras para remover entulhos, erguer instalações e plantar colheitas. Cozinhar pratos e investir em árvores de habilidades fortalecem sua personagem, preparando para desafios maiores. A exploração avança com artefatos que desbloqueiam movimentos como pulo duplo, enquanto traços de magias e itens geram sinergias que mudam o estilo de jogo dinamicamente.
Modos de Jogo
O jogo traz aventuras solo, em que você explora masmorras sozinho, priorizando progressão pessoal e o desenvolvimento da vila. Para o cooperativo, há multiplayer para até quatro jogadores, permitindo que amigos se unam para dominar masmorras, compartilhando recursos e táticas.
Não há modos competitivos específicos, mas o foco cooperativo destaca explorações em grupo e lutas contra chefes, com geração procedural garantindo sessões sempre renovadas.
Principais Recursos e Mecânicas
Os controles são responsivos e precisos, valorizando movimentos exatos na estrutura Metroidvania. Enfrentamentos com chefes vão além da memorização de padrões, exigindo estratégias adaptáveis e runs sem dano para dominar. Os elementos roguelite fazem a morte reiniciar o progresso, mas preservam melhorias na vila, incentivando corridas repetidas com builds em evolução.
- Mecânica de possessão para controlar inimigos e usar habilidades
- Masmorras procedurais com obstáculos e quebra-cabeças
- Construção de vila para progressão a longo prazo
- Desbloqueios de exploração baseados em artefatos
Vale a Pena Jogar?
Para fãs de Metroidvania roguelites que curtem combate com possessão e construção de base, o jogo traz uma abordagem fresca com o sistema do chapéu amaldiçoado e multiplayer cooperativo. A recepção é mista, com 67% de avaliações positivas no Steam de 421 usuários, elogiando arte e mecânicas, mas criticando a história confusa e o áudio fraco. No PlayStation, a média é 4.36 de 5 em 225 avaliações.
Com o lançamento recente em março de 2026 e suporte contínuo típico de um indie, é ideal para quem busca ação 2D replayable sem narrativas pesadas. Se controle tático de inimigos e aventuras procedurais atraem, é uma ótima pedida, embora quem prioriza design de som polido deva aguardar possíveis atualizações.