Giants Uprising é um action RPG em que o jogador assume o controle de um gigante colossal e vingativo em um cenário de fantasia medieval. A proposta central gira em torno da destruição de assentamentos humanos, interpretando um escravo fugitivo que busca vingança pela escravização de sua espécie. Desenvolvido pela VARSAV Game Studios e lançado em Early Access em 2021, o jogo combina destruição em larga escala com progressão de personagem e combates contra inimigos menores e outros gigantes.
Gameplay
O ciclo principal consiste em percorrer cenários utilizando força bruta para demolir estruturas, veículos e forças inimigas. O jogador executa ataques básicos como socos e golpes descendentes, além de bloquear, esquivar e pisar no chão para lidar com grupos de adversários. Objetos do cenário podem ser arremessados como armas improvisadas, aumentando as opções contra formações de infantaria ou equipamentos de cerco.
A progressão ocorre por meio da escolha de caminhos de destino e habilidades passivas que definem como o gigante lida com combate e destruição ao longo do tempo. Há opções de personalização visual, incluindo alterações na vestimenta conforme o uso repetido em batalha. O companheiro humano que acompanha o gigante oferece contexto narrativo durante a travessia por terras arrasadas e territórios ocupados.
O combate valoriza escala e impulso. Um único gigante pode arrasar vilarejos ou enfrentar diretamente outros oponentes de grande porte, exigindo decisões entre dispersar unidades menores ou priorizar alvos de maior ameaça. O sistema recompensa ações diretas e impactantes, em vez de posicionamento preciso ou gerenciamento de recursos comum em muitos RPGs.
Game Modes
O jogo foca em sequências guiadas pela história que avançam a narrativa de vingança. Essas sequências incluem grandes batalhas contra ondas de soldados humanos apoiados por máquinas de cerco, exigindo que o jogador abra caminho por assentamentos enquanto evita ou neutraliza a resistência organizada.
Outros encontros colocam o gigante contra outros de tamanho similar. Esses confrontos destacam combates físicos diretos, nos quais habilidades e passivas escolhidas influenciam o resultado. Elementos de destruição estão presentes em ambos os tipos de encontro, permitindo interagir com o ambiente como ferramenta principal de avanço e controle de área.
Não há modos multijogador ou competitivos separados. Toda a atividade acontece em cenários single-player que misturam objetivos lineares com oportunidades de destruição aberta dentro dos mapas disponíveis.
Story and Setting
A narrativa acompanha um gigante que escapa do cativeiro junto com um condenado humano. Juntos, eles atacam fortalezas humanas para descobrir o destino de outros gigantes escravizados e retaliar contra os líderes responsáveis pela opressão. O mundo retrata antigas cidades de gigantes reduzidas a ruínas, enquanto reinos humanos se expandem usando gigantes capturados como mão de obra e armas de guerra.
Diálogos e detalhes do ambiente reforçam temas de traição e retribuição. O desejo interno do gigante por liberdade e justiça impulsiona a campanha, com cada assentamento destruído representando tanto uma vitória tática quanto um passo rumo a uma revolta maior.
Is It Worth Playing?
Giants Uprising permanece em Early Access, com a última atualização dos desenvolvedores ocorrendo há mais de três anos. As avaliações dos usuários na principal plataforma de distribuição estão em níveis mistos, com 57% de aprovação entre 192 avaliações no total. A experiência entrega a escala prometida de destruição e confrontos entre gigantes, embora relatos mencionem problemas de desempenho e variedade limitada de conteúdo na forma atual.
Jogadores atraídos por ação direta focada em domínio físico e interação com o ambiente podem encontrar satisfação em sessões curtas. Aqueles que buscam sistemas de progressão refinados, personalização aprofundada ou atualizações contínuas provavelmente encontrarão as limitações de um título inacabado. O jogo atende quem se sente à vontade com as restrições do Early Access e se interessa pela premissa única de controlar o gigante em vez de enfrentá-lo.